FIRST TEXT: From January 16th until 22nd: AUDI, L. C. C. ; Basso, Ana Paula ; MATEUS, E. F. . APRENDENDO COLABORATIVAMENTE POR MEIO DE FERRAMENTAS ELETRÔNICAS: UMA PRÁTICA PARA A FORMAÇÃO DE DOCENTES. Travessias (UNIOESTE. Online), v. 04, p. 350-365, 2010.
1) Broadly speaking, in this text the authors describe a Project they have been developing at Londrina State University with a Public School, which is very similar to our PIBID Project. Also they claim one of their aims is to promote the meeting of "The world of life to the world of theory" that means, to approximate the University to Elementary Public Schools. What I guess is also our objective, isn't it? So, I look forward to hearing from you all, what do you understand by this meating and also what do you believe being necessary to reach this?
2) In order to reach their objectives they act in three ways:
1) Exchanging the roles; 2) Letting themselves be transformed by each-other and with another person; 3) Working collaboratively, that means "creating work with each-other", producing locally meaningful knowledge. I would like you to discuss how do you understand these 3 points.
3) Finally, I would like to highlight some more specifics parts of the text, such as those where the authors claim that the TSCH (THEORY SOCIAL-CULTURAL-HISTORICAL) begun by Vygotsky points that "learning occurs through the social practice between individuals" and nowadays it is developed by lots of researchers, such as Lave, 1996, Matusov & Hayes, and others, who state that "Teacher Education is a collaborative procces". In my oppinion, in their community of practice, their blog revealed how their identities were so changed and also re-created, only because of their work based on this theoretical background.
I do believe that, because my identity has been re-created too, not only every single time I go to School and teach with our pairs, but also in each discussion we have at the University on Monday mornings. I mean, I am always learning. In fact it is a dialetical process of learning!
Hugs,
Luciana Audi.
Hey every one!!! Good afternoon!!! Let start?!
ResponderExcluir1)As you Luciana said this text is very similar to our project and it also has the same objective with is to promote a better interaction between the University and a Public School and vice versa. Day after day we try to look and find some strategies that would better involve and motivate everyone: both the teacher and the students.
2)Exchanging the roles – It means that a teacher and a student can learn anything together that can also change their ID. So when I’m the teacher I can change my role with a student because I can learn something from him and of course in this exchange the student will become a teacher. I can claim that it is connected when I say that both (a teacher and a student) can let themselves be transformed by each-other and with another person. Mateus and Piconi was mentioned in the text and claimed that social interaction, mediated by the language, set a bridge between a person and another. Working collaboratively, that means "creating work with each-other is the best way that I can conclude my comment because if you don’t work together worried if someone is not satisfied with the way you are going in your class it means that you are not able to be a real teacher.
3)I know that it will mean that I’m repeating what Luciana said but I can’t pass over and not say that I am also feeling that day after day I am getting and adding a new ID. I am always in challenge with myself to be always in a process of learning.
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ExcluirOlá. Boa noite à todos. =) Vamos ao trabalho.
ResponderExcluirO projeto aprendizagem sem fronteiras:
ressignificando os limites da formação inicial e contínua de professores, da Universidade Estadual
de Londrina, tem muitas semelhanças com o nosso projeto - PIBID. O artigo relata as experiência das professoras no projeto e a relação como o blog faz parte e é interessante para relatar as mudanças e experiências no projeto.
O objetivo e a visão vygostskiana são a mesma: aproximar universidade da escola, rompendo bnarreiras e estreitando os laços para uma melhor interação em sala de aula.
Dentro do projeto, podemos discutir a questão de identidade, onde ela é redefinida apartir do momento que o professor deixa de estar sozinho em sala de aula e está com outros professores, assim, desenvolvendo práticas sociais humanas.
Podemos notar semelhanças entre os projetos e as experiências vividas, assim como FREIRE (1970) diz que 'a educação deixa de ter um caráter bancário, onde o professor é como depositante e o aluno depositário, aquele que recebe o conhecimento, como um depósito, e então o guarda.' Dessa forma, quando em sala de aula, percebemos que aprendemos a todo tempo com os alunos, assim como uns com os outros.
A questão da identidade é discutida e bem estruturada no texto, o que direciona nossa própria abordagem sobre nossa identidade. Mediante isso percebemos como nos vemos e como podemos nos expressar e nos construir, como professores de um projeto similar ao proposto no texto lido. E o caráter bancário citado por Freire (1970) é também uma realidade a ser trabalhada no nosso meio de educadores, assim como percebermos que segundo as teorias vigotskiana a aprendizagem acontece por meio de interações sociais, e não como mero produto em que um dá e o outro recebe o conhecimento.
ExcluirLiliana,
ExcluirJust take care: "aproximar universidade da escola, rompendo bnarreiras e estreitando os laços para uma melhor interação em sala de aula" is not a vygotskyan assumption.
His studies are the basis of socio-historical-cultural perspective - by which our project/research is led. According to this approach we must understand 2 basic concerns: a) learning is a social activity, because people are different and have different knowledge; b) theory and practice cannot be set apart, they work dialectically.
So, as we deal with teachers' education, we take those 2 concerns into our field of knowledge, that's why we - from teachers' education in SHC perspective - believe that "aproximar universidade da escola, rompendo bnarreiras e estreitando os laços para uma melhor interação em sala de aula" which is not a Vygotsky's assumption, but is and assumption BASED on Vygo's studies. Ok?
Primeiramente boa noite pra todos =)
ResponderExcluirComo podemos ver anteriormente nas falas das minhas colegas o projeto Aprendizagem sem Fronteiras vem com o mesmo foco do nosso projeto PIBID com a colaboração.
No artigo mostra como os aparelhos eletrônicos a favor desda colaboração, como no caso o blog foi feito pelo grupo e que ajudou muito pois eles podem postar fotos, textos, poesias, ideias gerais onde todos podem ver e enviar coisas sem marcar o tempo.
Outro ponto importante que ligamos ao nosso projeto é a interação entre alunos da universidade, professores da universidade e os professores da escola básica. Nesse convívio há uma constante troca de informações e ao mesmo tempo ocorre o aprendizado de todos com a troca de conhecimentos prévios. Como no texto diz que "No projeto somos todos professores-aprendizes.".
Pode-se dizer que este texto assim como os demais já lidos por todos nós, observa-se a ausencia de hierarquia, questão importantissima para a conquista de uma aprendizagem bem mais elaborada e construtiva. Estando assimm uns pelos os outros!
ExcluirNota-se a importância da parceria entre a universidade e a escola pública, para desenvolver projetos como o PIBID, que permite uma formação colaborativa. Temos a oportunidade de vivenciar a teoria e a prática. E é uma honra ser uma bolsista de iniciação, pois a cada dia estamos aprendendo, através desta troca de conhecimento e experiências.
ExcluirMuito bem lembrado Neidinha. Esse estreitamento de pontes entre a universidade e a escola pública é de extrema relevância para nós futuros docentes. Através da nossa integração no projeto PIBID, estamos rompendo muitos obstáculos. A teoria e a prática são indissossiáveis e temos visto o quanto é necessário os direcionamentos que temos recebido como "colaboradores".
ExcluirApós realizar a leitura do texto: APRENDENDO COLABORATIVAMENTE POR MEIO DE FERRAMENTAS ELETRÔNICAS: UMA PRÁTICA PARA A FORMAÇÃO DE DOCENTES penso que toda ela é muito pertinente a partir do momento que oferece recursos totalmente possíveis que instrumentaliza de forma garantida a todos que queiram participar dessa nova experiência eletrônica – o blog. Todos os excertos ali registrados e analisados demonstram propriedade uma vez que estabelece uma aproximação do meio em si – a internet com a vivência de cada um dos envolvidos aqui representados por uma clientela formada da seguinte forma: O professor que aprende; o professor que se recria na diversidade e por fim o professor efetivo.
ResponderExcluirUm trabalho que teve como base o cumprimento da ementa do curso de Letras da Universidade Estadual de Londrina, tornou – se uma fonte de ensino/aprendizagem, interação e uma verdadeira explosão de sentimentos através do uso de metáforas estas configuradas na forma de palavras, frases e desenhos porém metáforas carregadas de significados onde se evidenciou a riqueza do trabalho que visou principalmente a colaboração.
Cada um pode colocar a sua marca, sua identidade sem que houvesse a preocupação de se individualizar pois com o acordo estabelecido para o trabalho com o blog, o mais relevante seria que houvesse parceria, ajuda mútua assim, dessa forma, ficou perceptível que a troca de experiências foi mais importante do que o status de cada um, o blog era uma oportunidade de trocar conhecimentos ficando para segundo plano a categoria de cada um dos envolvidos, ou seja, todos aprendiam com todos e todos ensinavam todos numa visão que o que mais importa é fundir, difundir, trocar para ensinar e aprender.
Vanusa soube colocar bem sobre essa aproximação dos integrantes através do blog. Acho interessante esse acompanhando, assim como podemos começar a detalhar mais nossa ideias, experiências, expectativas... Como partilhar com todos as nossas experiências.
ExcluirInteressante o fato desse projeto acompanhar cada estágio de vida dos seus participantes, como é dito no texto que todos, seja o professor coodenador, o professor colaborador (regente) ou o professor iniciante, trabalham de forma unido em busca de um mesmo fim. Agora algo que achei interessante é quando o texto aborda sobre a profesora (da metáfora da bolha) que se coloca ainda am posição hierárquica quando chama seus colegas de projeto de alunos, essa é uma realidade a ser trabalhada também por todos nós, pois se não nos sentimos professores, vamos passar o projeto com o sentimento de sermos somente alunos trabalhando com seus professores.
ResponderExcluirBom dia a todos.
ResponderExcluirAtravés da leitura deste texto pude conhecer melhor o Projeto Aprendizagem sem Fronteiras: ressignificando os limites da formação inicial e contínua de professores. A forma como o projeto é desenvolvido na universidade e a importância de ser membro de um projeto que desenvolve um trabalho colaborativo, onde o professor coordenador, o professor colaborador e professor iniciante buscam a troca de conhecimentos, valores, experiências, colaborando positivamente para a construção da nossa identidade, pois ela é constituída a partir das práticas sociais humanas
É válido ressaltar que através das postagens e imagens que as autoras foram analisando e relatando, conheci a metáfora do professor que aprende à medida que dialoga com o outro, numa visão colaborativa, deixando de ter o caráter bancário, o professor que se recria na adversidade, pois é um professor que se reconstitui constantemente e o professor afetivo que despertou muito interesse em mim, pois embora saibamos das dificuldades no cenário educacional brasileiro, alguns professores desejam formar cidadãos completos, realizados e felizes. E finalmente pude perceber como é importante registrar nossas experiências, reflexões, obstáculos, frustração através do blog que é uma ferramenta de comunicação de grande valia.
Neidiane Gomes
Concordo com você Neide essa ideia do blog foi ótima, percebi com ela, a importancia do professor se recriar e estar atenado a essa novas ferramentas de comunicação.
ExcluirHey girls,
ExcluirI believe that when we look at a technological tool - such as blog - both as an instrument of personal expression and as a space of teaching/learning activities, we have the chance to be agents of a process in which theory and practice are strongly tied up. I hope that we all can use our blog having those two aspects in mind.
Bem interessante o uso do blog desde que possamos ser livres para postarmos...liberdade de expressão!!!
ExcluirLendo o texto APRENDENDO COLABORATIVAMENTE POR MEIO DE FERRAMENTAS ELETRÔNICAS: UMA PRÁTICA PARA A FORMAÇÃO DE DOCENTES,pode notar a importância do professor em ter habilidades com ferramentas eletrônicas, comprovei mais uma vez que o trabalho em colaboração é otimo e o quanto projetos como o nosso (entre outros), traz significantes resultados na educação brasileira e a necessidade de mais projetos como este, fiquei pensando nos relatos das professoras , nas comparações que elas fizeram, e pude perceber a plenitude de ser um educador, quando a professora em seu relato comparou o professor com uma avó me emocionou, sem contar que acho otimo esta parceiria que as universidades oferecem para os profesores.
ResponderExcluirMuito legal não só essa metáfora do professor como uma avó, mas também de todas as outras. Os exemplos dados nesse artigo cabem certinho no substantivo que Alciane usou: plenitude. Por que por mais que haja o professor que aprende, o professor que se recria na diversidade, e o professor afetivo todos eles são professores antes de mais nada. Então pra mim, ser professor é ser guerreiro, avó, mosaico, bolha, o que aprende perdendo e buscando o equilíbrio. São todas as metáforas utilizadas no artigo e as muitas outras que dá pra usar e fazer associação.
ExcluirPra falar a verdade não gostei muito dessa metáfora da professora como uma avó...é demagogia demais para mim. A realidade de uma sala de aula é bem mais traumatizante que ser avó.
ExcluirClaro que adoraria criar laços afetivos com meus futuros alunos e ser bem mais que uma professora, mas não é isso que vejo no âmbito educacional. Tenho dito!
Hey guys,
ResponderExcluirAs I could see through your comments, we all can identify the similarities between the context presented in the article and ours from PIBID-UNEB campus X, mainly due to the way we organize our work based on SHCT assumptions that lead us to collaboration.
Reading your posts, some questions came into my mind: How willing are we to take our blog as a real tool of teaching/learning? Do we all notice that we can use technological means to get involved in a meaningful and purposeful activity in which “to be an English teacher” is the goal?
We are online everyday for the most superficial reasons: to spread memes about “Luisa who went to Canada” or to discuss the pros and cons about Big Brother Brazil…
The democratization of internet access puts us continuously into collaboration and some people do not realize the power it can have in our society. Thousands of people that don’t even know each other can organize themselves to put a certain issue in the week’s “trending topics”… therefore, is collaboration an easy task???
I guess we should stop doing things because someone told us so or because everyone else is doing… We need to be collaborative in essence. What are you beliefs??? Do you really agree with everything you read or listen??? Aren’t we merely reproducing things???
I believe the contribution of this article is mainly to show us how a tool essentially used in terms of entertainment can be understood as a powerful instrument of learning and identity construction.
Olá meus queridos colaboradores pibidianos...
ResponderExcluirAo ler o artigo "Aprendendo colaborativamente por meio de ferramentas eletrônicas: uma prática para a formação de docentes", me senti bem confortável por me identificar com várias situações expostas no texto. Primeiro por estar na extensão de um projeto que existe e funciona muito bem na Universidade Estadual de Londrina, que é o "Sem Fronteiras". Não posso deixar de registrar aqui os meus agradecimentos a todos que me proporcionaram essa oportunidade única em minha minha vida, especialmente minhas mestras Luciana Audi e Taisa Passoni.
Muito bem retratado no artigo o uso de ferramentas eletrônicas para uma melhor prática docente, haja visto que vivemos em um mundo globalizado onde é necessário e imprescindíviel a familiarização com os recursos tecnológicos.
Registrar as experiências alcançadas em um blog, é muito relevante pois cada indivíduo compartilha e interage com o outro nesse trabalho colaborativo.
Para finalizar, me sinto mais realizada por participar de um grupo coeso, onde vejo confirmar a teoria de Vygotisky que embasa nosso projeto, onde o homem é um ser social e interage com o meio em que vive - teoria sócio-histórico-cultural.
Acredito que identidades tem sido fragmentadas e reconstruídas ao longo dessa trajetória e muitos frutos prósperos virão para fortalecer o vínculo universidade/escola e nossa colheita será satisfatória.
Abraços a todos.
Decálogo do bom professor
ResponderExcluirApresento aos professores e futuros professores da educação escolar um decálogo contendo dez princípios para atividade docente de um bom professor do terceiro milênio, século marcado pela informação e pelo conhecimento tecnológico.
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferenças está acima de toda a pedagogia.
A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber.
Eis, então, os dez passos na direção de uma pedagogia do desenvolvimento humano:
1.º-Aprimorar o educando como pessoa humana;
2.º-Preparar o educando para o exercício da cidadania;
3.º - Construir uma escola democrática;
4.º - Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho;
5.º - Fortalecer a solidariedade humana;
6.º - Fortalecer a tolerância recíproca;
7.º - Zelar pela aprendizagem dos alunos;
8.º- Colaborar na articulação da escola com a família;
9.º - Participar ativamente na proposta pedagógica da escola,
10.º - Respeitar as diferenças.
Autor do artigo:
Vicente Martins é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), em Sobral, Estado do Ceará. Contatos: vicente.martins@uol.com.br
Postado em: http://meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/decalogo-bom-professor.htm
* Bem pessoal me parece bem mais fácil cumprir os 10 mandamentos...Elice.
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