Podem achar que estou de brincadeira, mas não estou.
A transcrição dos momentos que nos reunimos no CAMPUS X - UNEB todas as segundas feiras não é tarefa fácil.
Hoje consegui transcrever um momento no qual estávamos fazendo um planejamento de aulas. Fiquei pensando "fazer transcrição é muito legal!" Ouvir múltiplas vozes abordando sobre um mesmo assunto, cada um no seu modo de apresentar propostas e esperando resultados sempre positivos, mas nem sempre assim é. Concordâncias, divergências, eis a questão...Quem está certo? Quem está errado? Existe isso? No fim temos que chegar a um denominador comum. É um grupo coeso? Penso que não. Não existe hierarquia? Penso que sim. Uma voz vai predominar ao final de todas essas vozes. O que buscamos afinal? Nossos objetivos estão sendo alcançados? Assim várias e inúmeras indagações vão se formando ao longo de mais um extenso emaranhado de vozes...
Ao fim pensei: é legal sim fazer transcrições. Vamos nos indentificando com algumas coisas, começamos a pensar sobre todos os assuntos abordados...mas ao final de todos esses impressos...o que nos restará? Que direitos teremos sobre todos esses caracteres? Pesquisa de que? Pra que? Nem ao menos sabemos como localizar pontos relevantes desses transcritos. Vocês sabem? Não se preocupem, são apenas questionamentos que foram se formando em minha mente durante as transcrições.
Mesmo assim ainda considero a transcrição uma tarefa bem legal...eu juro...
Bem interessante a sua postagem val...é uma tarefa bem árdua realmente, mas vamos revendo alguns assuntos já discutidos, comparando a como está hoje e nas minhas transcrições estou achando bem interessante o fato de conseguir observar, "analisar" a fala de cada participante do grupo nas discussões e tal...
ResponderExcluirMuito importante o seu comentário Lívia, pois é realmente realmente uma grande oportunidade de observação e análise.
ExcluirAcho que podemos ainda olhar com mais atenção nessas férias para nossas práticas na preparação das aulas no momento das transcrições, assim, aparentemente de "fora" da situação que vivenciamos a algum tempo atrás, podemos avaliar o que precisamos mudar e ter um olhar mais maduro sobre nossas reuniões.
ExcluirAcho que podemos ainda olhar com mais atenção nessas férias para nossas práticas na preparação das aulas no momento das transcrições, assim, aparentemente de "fora" da situação que vivenciamos a algum tempo atrás, podemos avaliar o que precisamos mudar e ter um olhar mais maduro sobre nossas reuniões.
ExcluirMuito relevante a sua postagem sobre as transcrições!
ResponderExcluirConcordo com Lívia é uma tarefa muito árdua, que exige tempo e dedicação. Mas nós faz ver diferentes pontos de vista de cada participante quando um assunto é abordado!
Oi pessoal,
ResponderExcluirFico realmente feliz com o comentário de Val e das meninas acima! Na vdd qndo fazemos as transcrições estamos começando a tratar dos dados que vão servir de fonte para nossos estudos, análises... para uma cabeça pensante que não passa alheia às contradições do seu próprio dia a dia, transcrever suas falas em interação com demais colegas certamente vai aguçar a reflexão, os questionamentos... características essenciais para um professor-pesquisador-intelectual!
Ok, Val! Tudo é válido e tudo é aprendizado. Nas nossas reuniões de mesa redonda é interessante também mencionar esse aprendizado.
ResponderExcluirUma voz vai predominar no meio de todas essas vozes!!! Em todos os segmentos, há sempre uma voz que ecoa mais vezes e com mais veemência.
Beijos. Shirley
Bem, eu particularmente nao gosto de fazer transcrição. Primeiro porque se fosse para que pudéssemos rever nossas práticas e falas todos dentro do projeto faríamos todos elas, e não só os bolsistas de iniciação. Segundo que posso rever tudo OUVINDO sem precisar transcrever. Sao horas e horas fadigantes ouvindo e reouvindo a mesma coisa para poder digitar LETRA POR LETRA, fico com dor de cabeça e os ouvidos doendo, uma vez q tenho enxaqueca. E terceiro é ruim porque sou obrigada à fazer, gosto das discussões, mesmo que uma ou outra voz predomine, o espaço é para todos e todos tem e podem falar, serem ouvidos, muda só a entonação, mas a liberdade acontece.
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