terça-feira, 8 de maio de 2012

Aprender inglês evita o Mal de Alzheimer

Aprender inglês evita o Mal de Alzheimer




Existem muitas pessoas entre 60 e 70 anos procurando aulas particulares de inglês.

Preocupados com a perda de memória e outras funções mentais, eles vêem nas aulas de inglês a possibilidade de interagir, serem cobrados por tarefas e memorizar palavras novas.
Tudo sem pressa, do jeitinho mais agradável e tranquilo possível!

Mais do que aprender inglês, muitos procuram uma maneira de ficarem ativos, treinarem a memória e, o melhor: estarem aptos a falar inglês em viagens.

Um dos maiores temores do envelhecimento é a perda da autonomia, especialmente quando ela vem acompanhada do declínio das funções mentais. Nesse terreno, as demências são os maiores fantasmas que assombram quem cruza a fronteira da terceira idade. São síndromes que envolvem o comprometimento de funções cognitivas sem, no entanto, afetar a consciência da pessoa. Essas doenças afetam especialmente a memória, a inteligência, a capacidade de orientação, de julgamento e de convívio social.Elas podem ser degenerativas, como o Mal de Alzheimer, ou secundárias, em conseqüência de algum outro mal, por exemplo a arteriosclerose, o hipotiroidismo ou o alcoolismo.

O Mal de Alzheimer, por exemplo, atinge cerca de 20% dos octogenários. Ainda não se sabe ao certo como preveni-lo e ele não tem cura. No máximo, algumas drogas podem retardar seu progresso. Em 8 ou 12 anos, o Mal costuma levar à morte. Para quem já é portador destas doenças os medicamentos mais avançados para seu tratamento apenas retardam a sua evolução com pouca ou nenhuma resposta terapêutica, portanto sem resultados eficientes , conta a médica geriatra Luciane Páscoa, de São Paulo.

Entre os transtornos psiquiátricos, a depressão está entre os problemas mais comuns nessa faixa etária. Em alguns casos, pode até sinalizar a instalação de outra doença, como o Parkinson.

Um dos segredos para manter a cabeça jovem é manter-se ativo a vida inteira. É preciso investir em relacionamentos, em hobbies, em atividades que exijam concentração e interação social. Tudo isso favorece a massa cinzenta. Os especialistas recomendam, por exemplo, que os idosos façam trabalhos manuais, leiam muito, aprendam coisas novas. A leitura, especificamente, melhora atenção, memória e fluência verbal, revelou um estudo americano com mais de 500 idosos.
Manter essas funções em ordem é também uma questão de sobrevivência: a taxa de mortalidade aumenta quando essas capacidades despencam. Sim, manter o cérebro ativo pode ser sinal de longevidade.

Portanto, nunca é tarde demais para começar o seu curso de inglês!

(Fonte: Revista Minha Vida)

4 comentários:

  1. Muito interessante a matéria. Vamos exercitar a mente o máximo que pudermos, quando chegarmos lá ( se chegarmos) já estamos acostumados a um ritmo grande de atividades cerebrais e isso nos ajuda, pois o idioma já estamos aprendendo.

    =)

    ResponderExcluir
  2. Temos que sempre manter o cérebro, corpo e alma bem ativos. Nada melhor do que o estudo.

    ResponderExcluir
  3. Nossa! Nossa! dessa ai eu não sabia!

    ResponderExcluir
  4. Eu sou professora de espanhol e trabalho especialmente com grupos de terceira idade, justamente como Proteção ao Mal de Alzheimer. Eles adoram, pois o curso é totalmente holistico comunicativo. Recomendo a todos. Caso alguem esteja interessado, basta me contatar.
    Cristina

    ResponderExcluir