terça-feira, 24 de abril de 2012


Hello, guys! ;)

Hoje é dia mundial do livro, e não teria como passar em branco aqui no nosso espaço de cultura, diversão, aprendizado e tudo que cabe de bom e enriquecedor para nós e todos os visitantes. 
Eu acordei lendo a bíblia, e logo depois mergulhei na Literatura Inglesa do século 19, especificamente os poetas do período romântico inglês. Em especial deixo a dica do poeta John Keats (1795-1821), já conhecia um pouco de sua obra e o filme Brilho de uma paixão, que indico, pois narra a curta história de sua vida, de seu grande amor pela poesia e por sua amada. Deixo o último poema do autor e um dos mais conhecidos, escrito para sua amada Fanny Brawne, enquanto estava dentro de um navio indo Itália, já estava muito doente, pois a tuberculose já estava vencendo-o, quando chegou na Itália, veio a falecer. Eis o poema para nosso deleite e gostinho de quero mais chamado Bright Star:

Manuscrito do poema Bright Star

Bright star, would I were stedfast as thou art –   
Not in lone splendour hung aloft the night 
And watching, with eternal lids apart, 
Like nature's patient, sleepless Eremite, 
The moving waters at their priestlike task 
Of pure ablution round earth's human shores, 
Or gazing on the new soft-fallen mask 
Of snow upon the mountains and the moors –
No – yet still stedfast, still unchangeable, 
Pillowed upon my fair love's ripening breast, 
To feel for ever its soft fall and swell, 
Awake for ever in a sweet unrest, 
Still, still to hear her tender-taken breath, 
And so live ever – or else swoon in death.


Tradução


Estrela brilhante! Gostaria de ser fixa como tu és –
Não em um solitário esplendor como agora,
Velando como estás, com grandes pálpebras,
As águas movimentadas em torno das praias humanas,
Como um austero eremita da Natureza.
Ou contemplando a agradável máscara da neve por sobre as Montanhas e os Pântanos.
Não – Quieta, imutável como sempre,
Parada sobre o seio maduro de minha amada,
Para que eu sinta eternamente seu calmo respirar,
E acorde um dia numa doce inquietação.
Quieta, fixa, para que eu ouça sua terna e calma respiração,
E assim viva para sempre, ou desfaleça na morte.



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