quinta-feira, 17 de novembro de 2011

American English X British English

Assim como existem algumas diferenças notórias entre o português do Brasil e o português de Portugal, podemos afirmar que também existem algumas diferenças entre o inglês americano e o inglês britânico. É possível notar diferenças de vocabulário, como também diferenças de ortografia e pronúncia. Na lista abaixo podemos perceber algumas diferenças básicas entre o inglês americano e o inglês britânico:

American English (Inglês Americano)British English (Inglês Britânico)Tradução
airplaneaeroplane avião
analyzeanalyse analisar
apartmentflat apartamento
bathroomtoilet banheiro
behaviorbehaviour comportamento
catalogcatalogue catálogo
candysweets doces
cell phonemobile phone telefone celular
cookiesbiscuit biscoito
colorcolour cor
downtowntown centre centro da cidade
elevatorlift elevador
eraserrubber borracha
fallautumn outono
flashlighttorch lanterna
gaspetrol gasolina
graygrey cinza
laborlabour trabalho
lawyersolicitor advogado
literlitre litro
mailboxpillar box caixa de correio
mommum mamãe
moviefilm filme
pajamaspyjamas pijama
parking lotcar park estacionamento
programprogramme programa
railroadrailway ferrovia
sidewalkpavement calçada
sneakerstrainers tênis
streetroad rua
subwayunderground metrô
tiretyre pneu
trucklorry caminhão

Como vocês viram, pode acontecer de palavras diferentes corresponderem a uma mesma coisa, ou melhor, a um mesmo objeto, é o caso de “subway” e “underground”, que são usadas para se referir ao metrô. Há também algumas diferenças sutis na escrita, que acabam por diferenciar as palavras, é o caso de “grey” e “gray”, ambas usadas para se referir à cor cinza.


Por: Layssa Gabriela Almeida e Silva
Colaboradora Brasil Escola
Licenciada em Letras - Inglês pela Universidade Estadual de Goiás - UEG
Curso de aperfeiçoamento em Inglês pela Zoni Language Centers - Estados Unidos - EUA
No link:
http://www.brasilescola.com/ingles/american-english-x-british-english.htm

Achei interessante e válido partilhar. Algumas diferenças, como ela compara com o português de Portugal e o português do Brasil, do mesmo modo acontece com o inglês.
=)

domingo, 16 de outubro de 2011

Passando só para expressar um verdadeiro sentimento de satisfação por estarmos em um projeto tão cheio de oportunidades de crescimento pessoal e profissional, como é o PIBID. A braço a todos.

sábado, 15 de outubro de 2011

15 de outubro

Olá pessoal...
Sou graduanda da Uneb, campux x, IV semestre. Gostaria de parabenizar à nós professores pelo nosso dia. Que possamos apesar das dificuldades, não deixar de acreditar e apostar na educação.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"Tradução mental"

TRADUÇÃO MENTAL(A RECEITA QUE NÃO DÁ CERTO)


Atualizado em 7 de setembro de 2007


O fenômeno popularmente conhecido como "tradução mental" é uma forma de interferência da língua materna na língua alvo. A tendência de apelar para traduções mentais é a atitude natural de toda a pessoa monolíngüe, ao se deparar com uma língua estrangeira. A persistência deste hábito entretanto é sintoma de que algo vai mal. Revela que o direcionamento, a estratégia de aprendizado está errada.


O monolíngüe é aquele cuja mente só funciona nas formas da língua materna. O aprendizado de uma língua estrangeira como inglês, por sua vez, consiste essencialmente na eliminação da interferência da língua materna - no nosso caso o português. Consiste na substituição das formas (pronúncia, vocabulário e estruturas) do português pelas formas (muito diferentes) do inglês. Se estivéssemos aprendendo espanhol ou italiano, poderíamos aproveitar muito da nossa habilidade lingüística num processo mais de transferência e adaptação do que substituição. Sendo entretanto inglês nosso objetivo, uma língua que apresenta um nível de contraste muito mais acentuado em relação ao português, seu aprendizado implica em reaprender a estruturar nosso pensamento, dessa vez nas formas do inglês. Seria como que, parcialmente, reaprender a pensar.
Portanto, no caso específico de brasileiros aprendendo inglês, o método da tradução prematura, assim como praticado no ensino médio, é contraproducente. O mesmo erro pode ser observado também em cursos de inglês que transferem a idéia da tradução para os exercícios orais dos estágios iniciais. Parece muito fácil, mas vicia e direciona para o lado errado. Ensinar a traduzir rapidamente poderia ser comparado ao ato de ensinar a andar de bicicleta em bicicleta de três rodas.


O depoimento de Marília Conte Daros, uma professora de inglês que iniciou seus estudos no Brasil, ilustra bem o problema:
In my case, I had a hard time becoming fluent in the second language because of the interference of two factors. The first factor was learning strategy, which was translating (L2 to L1 to L2 again) due the fact that my foreign language classes focused on The Grammar Translation approach. It was a slow strategy that caused me a lot of headaches and frustration. I spent a whole year translating while I was an exchange student. The second interference was low self-esteem, the belief of not being able to produce L2, due to the oppressed education I experienced in undergraduate school in Brazil. Professors believed that low grades reflect a hard school (meaning "good"), so nothing was good enough. Undergraduate students got to graduation scared to use the target language. (Disponível em: http://pegasus.cc.ucf.edu/~gurney/LangConn.htm).


Este depoimento revela claramente não só o erro a que nos referimos, como também a incapacidade do aprendiz em perceber o erro do caminho que lhe apontaram. Se uma pessoa inteligente como a Prof. Marília levou anos para perceber a ineficácia da metodologia que seguia, como é que nós, muitas vezes profissionais de outras áreas, vamos conseguir avaliar o método de ensino que nos promete milagres? Isto também demonstra a capciosidade do apelo comercial de cursos que oferecem uma "aula demonstrativa".


Em resumo, a habilidade de se falar uma língua fluentemente, já exige nosso cérebro ao limite. Não há cérebro humano que consiga processar duas línguas simultaneamente. (O caso de tradução simultânea não serve como exemplo porque quando tradutores-intérpretes atuam, eles não estão desempenhando criativamente.) Por isso é que o bom aprendizado de inglês, desde o primeiro dia de aula, não inclui a língua materna.


Schütz, Ricardo. "Tradução Mental" English Made in Brazil . Online. 14 de outubro de 2011.